{"id":3042,"date":"2017-12-27T09:31:16","date_gmt":"2017-12-27T13:31:16","guid":{"rendered":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/?p=3042"},"modified":"2017-12-27T09:31:16","modified_gmt":"2017-12-27T13:31:16","slug":"lais-paula-freitas-dos-santos-presenca-da-cultura-da-escrita-na-educacao-infantil-o-que-voce-esta-escrevendo-quem-mandou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/lais-paula-freitas-dos-santos-presenca-da-cultura-da-escrita-na-educacao-infantil-o-que-voce-esta-escrevendo-quem-mandou\/","title":{"rendered":"LA\u00cdS PAULA FREITAS DOS SANTOS &#8211; A presen\u00e7a da cultura da escrita na Educa\u00e7\u00e3o Infantil: \u201cO que voc\u00ea est\u00e1 escrevendo? Quem mandou?\u201d"},"content":{"rendered":"<p><strong>RESUMO<\/strong><\/p>\n<p>Temos como objetivo neste trabalho investigar como as pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cultura escrita se configuram em turmas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil. A forte presen\u00e7a da escolariza\u00e7\u00e3o da cultura escrita na educa\u00e7\u00e3o infantil levou-nos a investigar porque essa pr\u00e1tica ainda \u00e9 presente nessa etapa. Para tanto, observamos, durante cerca de tr\u00eas meses, a pr\u00e1tica de duas professoras em duas turmas de pr\u00e9-escola, com crian\u00e7as com idade de quatro e cinco anos. Com base no referencial te\u00f3rico da Teoria Hist\u00f3rico-Cultural de Vygotsky (2010, 2015) e seus colaboradores e seguidores, buscamos articular discuss\u00f5es referentes \u00e0 mudan\u00e7a do Ensino Fundamental para nove anos e seus poss\u00edveis impactos na pr\u00e1tica pedag\u00f3gica das professoras observadas. Nossa pesquisa, desenvolvida por meio de revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica e atividades de campo (observa\u00e7\u00e3o direta), inscreve-se no paradigma qualitativo e assume contornos de estudo de caso. Foram estudados dois casos: o da professora de uma escola que oferece Ensino Fundamental e Pr\u00e9-escola e o de outra que atua em um Centro de Educa\u00e7\u00e3o Infantil (que atende ber\u00e7\u00e1rio, maternal e pr\u00e9-escola), ambos (a escola e o C.E.I.) no munic\u00edpio de Tr\u00eas Lagoas-MS. Pela an\u00e1lise das pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas das professoras nessas turmas, constatamos caracter\u00edsticas semelhantes: h\u00e1 um trabalho com a linguagem escrita, e n\u00e3o diretamente com a cultura escrita, de que derivam tend\u00eancias a uma alfabetiza\u00e7\u00e3o nos moldes do Ensino Fundamental. Nas falas das professoras, essa pr\u00e1tica \u00e9 decorrente de suas pr\u00f3prias experi\u00eancias enquanto alunas, o que nos permite inferir que a centralidade das pr\u00e1ticas \u00e9 na professora, e n\u00e3o na crian\u00e7a. Tamb\u00e9m observamos a falta de uma teoria pedag\u00f3gica que fundamente suas pr\u00e1ticas, ainda bem distantes da valoriza\u00e7\u00e3o do trip\u00e9 crian\u00e7a-professor-cultura, por n\u00f3s concebido como essencial no processo de ensino-aprendizagem. Conclu\u00edmos o quanto \u00e9 dif\u00edcil constituir, para essa fase da educa\u00e7\u00e3o, uma pr\u00e1tica voltada para a educa\u00e7\u00e3o infantil e, pois, desvinculada dos objetivos e metas do ensino fundamental (caracterizados pela aprendizagem de conte\u00fados).<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Crian\u00e7a,escrita, Pr\u00e9-escola, Teoria Hist\u00f3rico-Cultural.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/files\/2017\/12\/Disserta\u00e7\u00e3o-La\u00eds-Paula.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">DOWNLOAD<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RESUMO Temos como objetivo neste trabalho investigar como as pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cultura escrita se configuram em turmas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil. A forte presen\u00e7a da escolariza\u00e7\u00e3o da cultura escrita na educa\u00e7\u00e3o infantil levou-nos a investigar porque essa pr\u00e1tica ainda \u00e9 presente nessa etapa. Para tanto, observamos, durante cerca de tr\u00eas meses, a pr\u00e1tica [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":11787,"featured_media":1593,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[61],"tags":[],"coauthors":[],"class_list":["post-3042","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-61"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3042","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11787"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3042"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3042\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3044,"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3042\/revisions\/3044"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1593"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3042"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3042"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3042"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=3042"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}