{"id":3363,"date":"2018-08-08T16:25:40","date_gmt":"2018-08-08T20:25:40","guid":{"rendered":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/?p=3363"},"modified":"2018-08-08T16:25:40","modified_gmt":"2018-08-08T20:25:40","slug":"marcia-cristina-capistrano-da-rosa-do-letramento-formacao-de-atitude-leitora-e-produtora-de-texto-por-meio-dos-generos-textuais-uma-pratica-possivel-na-educacao-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/en\/marcia-cristina-capistrano-da-rosa-do-letramento-formacao-de-atitude-leitora-e-produtora-de-texto-por-meio-dos-generos-textuais-uma-pratica-possivel-na-educacao-infantil\/","title":{"rendered":"M\u00c1RCIA CRISTINA CAPISTRANO DA ROSA &#8211; Do letramento \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de atitude leitora e produtora de texto por meio dos g\u00eaneros textuais: uma pr\u00e1tica poss\u00edvel na educa\u00e7\u00e3o infantil?"},"content":{"rendered":"<p><strong>RESUMO<\/strong><\/p>\n<p>Ao pensar uma educa\u00e7\u00e3o infantil que prioriza a aprendizagem por meio do sentido e significado, apropriando-se da cultura escrita como fun\u00e7\u00e3o social, mesmo que de forma n\u00e3o convencional, temos a condi\u00e7\u00e3o de conceber a crian\u00e7a pequena como sujeito de direito atuante em seu meio cultural. O presente estudo teve por objetivo geral discutir como os g\u00eaneros textuais chegam at\u00e9 as crian\u00e7as pequenas da educa\u00e7\u00e3o infantil e qual o papel da institui\u00e7\u00e3o escolar nesse processo. Quanto aos objetivos espec\u00edficos, buscamos: compreender as diferentes fontes de conhecimento sobre os g\u00eaneros textuais mostrados pelas crian\u00e7as, bem como entender a rela\u00e7\u00e3o entre seu uso, o processo de letramento e a forma\u00e7\u00e3o de atitude leitora e produtora de textos. Para subsidiar nosso trabalho, utilizamos autores da teoria hist\u00f3rico-cultural, al\u00e9m de alguns trabalhos inspirados em Bakhtin (2003) e seus estudiosos &#8211; Faraco (2009), Marcuschi (2002, 2008) e Silva (2011), suplantando pr\u00e1ticas tradicionais, buscando entender a crian\u00e7a como sujeito de direito que tem vez, voz, e portanto o direito de ser ouvida na elabora\u00e7\u00e3o do trabalho pedag\u00f3gico. O interesse pela tem\u00e1tica surgiu na forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e profissional que nos instigou a entender as v\u00e1rias acep\u00e7\u00f5es da tem\u00e1tica. Temos vivenciado um momento de transi\u00e7\u00e3o entre os termos (letramento e crian\u00e7as leitoras e produtoras de texto), que nos levou a questionar a maneira como a cultura escrita \u00e9 aplicada na educa\u00e7\u00e3o infantil. Nosso procedimento de pesquisa consta de levantamento de produ\u00e7\u00e3o, entrevistas informais com as crian\u00e7as em pequenos grupos, entrevistas informais e formais com as professoras, de observa\u00e7\u00f5es participantes e escritas de notas de campo. Tais entrevistas foram gravadas em \u00e1udios, aplicando, assim, o estudo de caso etnogr\u00e1fico. Com os dados coletados, pudemos fazer uma compara\u00e7\u00e3o qualitativa entre as duas professoras no que diz respeito \u00e0 concep\u00e7\u00e3o profissional face ao letramento, aos g\u00eaneros textuais e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de atitude leitora e produtora de textos. Ao t\u00e9rmino da presente pesquisa, constatamos que as concep\u00e7\u00f5es das docentes apresentam alguma dubiedade sobre como desenvolver na sala de aula atividades que fomentem a compreens\u00e3o e o entendimento dos termos. Percebemos que os g\u00eaneros textuais reconhecidos pelas crian\u00e7as foram apresentados, em sua maioria, pela fam\u00edlia, reduzidos a livros de \u201chistorinhas\u201d, tamb\u00e9m utilizados como material de trabalho no ambiente escolar. Conclu\u00edmos da pesquisa, al\u00e9m da necessidade, para uma real compreens\u00e3o da crian\u00e7a, de se entender os estere\u00f3tipos tradicionais de prepara\u00e7\u00e3o, avan\u00e7ar para outra etapa. \u00c9 urgente entender que a crian\u00e7a precisa ser vista como sujeito s\u00f3cio-hist\u00f3rico-cultural, processo que lhe garante a apropria\u00e7\u00e3o do bem cultural por meio de m\u00faltiplas linguagens, dentre elas a escrita. Esperamos que o debate aqui articulado promova um entendimento junto aos docentes que prime por uma pr\u00e1xis reflexiva no que diz respeito \u00e0s pr\u00e1ticas da cultura escrita na educa\u00e7\u00e3o infantil.<br \/>\nPalavras-chave: Letramento. G\u00eanero textual. Crian\u00e7a pequena. Pesquisa com crian\u00e7as. Forma\u00e7\u00e3o de leitores e produtores de texto.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/ppgecpan.ufms.br\/files\/2018\/08\/DISSERTA\u00c7\u00c3O-M\u00c1RCIA-CRISTINA.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">DOWNLOAD<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RESUMO Ao pensar uma educa\u00e7\u00e3o infantil que prioriza a aprendizagem por meio do sentido e significado, apropriando-se da cultura escrita como fun\u00e7\u00e3o social, mesmo que de forma n\u00e3o convencional, temos a condi\u00e7\u00e3o de conceber a crian\u00e7a pequena como sujeito de direito atuante em seu meio cultural. 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